quinta-feira, 28 de maio de 2009

Batata fervente

O pedido de habeas corpus que tenta livrar o ex-deputado Luiz Sefer de uma temporada no Presídio Estadual Metropolitano (PEM 3), percorreu um sinuoso - e pouco explicado - caminho desde a última terça-feira, 26, logo depois de sua prisão no Rio de Janeiro. Duas desembargadoras - Brígida Gonçalves e Vânia Lúcia Silveira - saíram pela tangente, alegando motivos de foro íntimo para não julgar.
Desde ontem, porém, os autos estão conclusos nas mãos do desembargador Raimundo Holanda Reis, de cuja decisão dependerá a sorte imediata do mais ilustre interno do sistema penal paraense.

Atualização das 14h39:

Não deu zebra. Veja aqui como é mesmo quase impossível rico ser hospedado nas dependências da Susipe.



Um comentário:

Anônimo disse...

Junior, neste exato momento (12:20h) o advogado Osvaldo Serrão está almoçando no restaurante do TJE com duas pessoas... Aposto que o prato de entrada eo HC e o principal é PIZZA...