sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Zero Ground

A política amapaense está em choque. Um choque de muitos e muitos megatons.
Afinal, não é todo dia que um governador no exercício do mandato vai para trás das grades e um ex, candidato favorito ao Senado, vai lhe fazer companhia.
Com parte do andar de cima em pânico, a plateia espera que não fique só por aí.
Que estes ventos de moralização possam invadir o continente, desbaratando em terras paroaras certos esquemas que se imaginam totalmente blindados diante da lei.

6 comentários:

Anônimo disse...

Só lembrando que há congressista do Pará, por sinal, candidato à "reeleição" (entre aspas porque era suplente na época) que foi enjaulado pela Polícia Federal em 2004, em uma operação bem parecida com a de hoje - por coincidência ou não, também aconteceu em Macapá.

E hoje ele se denomina "ficha limpa" na televisão.

Anônimo disse...

Almir e Jatene poderão fazer companhia a Jader como os novos 'fichas sujas'

Deu no blog do Cláudio Humberto, com o título acima:

"Cassado recentemente pelo Tribunal Superior Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, o candidato ao Senado pelo Pará Jáder Barbalho (PMDB) não deve ficar por muito tempo solitário em seu Estado como portador do estigma de Ficha Suja. Jáder poderá ganhar em breve a companhia dos ex-governadores Almir Gabriel (sem partido) e Simão Jatene (PSDB). Os dois paraenses, aliados no passado e hoje adversários, respondem a processo antigo no mesmo TSE e, se depender da vontade do procurador-geral Eleitoral, Roberto Gurgel, terão o mesmo destino de Jader, ou seja, passarão à condição de inelegíveis pelos próximos oito anos. Mas a sorte de ambos depende do voto da ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, relatora (a sexta) do caso que está sob sua apreciação. Almir Gabriel e Simão Jatene são acusados de grave violação à Lei Eleitoral (9.504/97): transferência de cerca de R$ 60 milhões, por meio de uma chuva de convênios (mais de 500) a municípios paraenses, em 2002, dois meses antes das eleições para governador. Gabriel era governador e principal cabo eleitoral de Jatene, então um apagado seu secretário - mas que foi eleito, na avaliação da coligação "Frente Trabalhista", que representou contra os dois, justamente por conta do abuso de poder econômico. No caso, a transferência dos recursos do Estado a dezenas de municípios paraenses, dois meses antes da eleição, foi operada com claro intuito eleitoreiro, é expressamente proibida pelo artigo 73 da Lei Eleitoral".

Newton disse...

Já pensou, casar o flexa, e nós termos no senado pela primeira vez dois representantes realmente ficha limpa?

Itajaí de Albuquerque  disse...

Ei, que raios é isto! Onde já se viu, parado há dois meses!? Trate já de atualizar o teu blogue.

Bia disse...

Boa noite, Aldenor:

onde anda você? Essa seca de opiniões já está preocupante.

Abração.

José María Souza Costa disse...

Vim lhe desejar um feliz natal e lhe convidar a visitar o meu blogue e se possivel seguirmos juntos por eles. Estarei grato esperando por voce lá
Abraços de verdade